Eco status

2 05 2008

alicia

Feriado, dia do trabalho.
Um bom dia para uma leitura e dentre elas, estava buscando novas informações sobre o consumidor. Enquanto o Pedroso está avaliando se manda ou não manda conteúdo pra postar, me atrevi a ponderar sobre alguns cenários onde o consumidor participa. Me deparei com um tema ou uma razão de compra que me parece estar desgastada até. o status. Foi na revista Management que encontrei uma citação do trendwatching (visite o site que é muito bom). O curioso foi a forma ou a estratificação em esferas que foi demonstrado, com ênfase ao eco consumidor, (acho que posso escrever ecoconsumidor, tudo junto sem parecer um erro de digitação), bem, são elas:

A esfera tradicional - Sinônimo de mais, melhor ou mais caro. Impulsionada por uma classe média mundial em ascensão e pelo aumento de indivíduos com patrimônio mais que considerável.

A esfera transitória - Os “transumidores”, consumidores que preferem a volatilidade das experiências, o entretenimento e o descobrimento à permanência de ativos fixos.

A esfera online - ou o status social 2.0 - depende da rede na qual se está integrado. Predomina o estilo “Tribo”.

A esfera caridosa - Dar. Dinheiro, tempo, talento. Milionários e outros nem tanto se deixam tentar pela tentação da filantropia. E pelo que ela garante en termos de status.

A esfera ecológica - acreditam que optar pelo consumo sustentável acrescenta status.

Daqui encontramos termos como “ecoesfera” - atmosfera ecológica, “ecochiques” - pessoas que adquirem ou querem adquirir bens ecológicos para poucos, os chamados “ecoícones” que podem ser caros ou acessíveis como os automóveis flex ( bicombustível). Claro que o indivíduo que consome produtos ecológicos ou ecologicamente corretos, exibem suas “ecocredenciais”, entendeu? Se o consumidor que busca status pode estar em uma destas esferas acima ou mesmo em mais de uma, assim aumentar seu nível de status. Enjoy

Um exemplo - revista 4 rodas

O i MiEV SPORT quase não tem frente, mas seu desenho fastback afila o contorno do teto rumo à traseira, compondo um formato semelhante ao de uma gota. As quatro rodas ficam nas extremidades desse carro elétrico.

A bateria de íon-lítio vem instalada sob o assoalho e o motor fica por baixo do porta-malas. Essas características proporcionam a este pequeno e informal cupê 2+2 esportivo de 3,45 metros de comprimento uma melhor distribuição de peso e um centro de gravidade mais baixo. Isso favorece seu comportamento dinâmico e até a segurança em caso de colisão.

O motor de 63 cv sob o porta-malas é apenas um dos que o i MiEV SPORT possui e move as rodas de trás. São três no total, sincronizados magneticamente o tempo todo. As rodas dianteiras têm cada uma seu próprio motor de 27 cv. Um sistema eletrônico E-4WD otimiza a performance de ambos. Com um motor elétrico, o sistema E-AYC (Electric Active Yaw Control) complementa o cardápio, controlando a estabilidade e distribuindo o torque para as rodas da direita e da esquerda do veículo. O conceito chega a 180km/h e tem autonomia de 200 km.

A profusão de siglas continua com o sistema S-AWC, que integra o ABS e o controle ativo de estabilidade ASC para controlar forças como tração e frenagem, sendo que esta também serve para recarregar a bateria. Há um gerador junto ao teto e um ventilador gera eletricidade de dentro da grade para maximizar o aproveitamento de energia do carro em movimento. Os vidros absorvem calor para facilitar o trabalho - e economizar energia - do ar condicionado. Muitos componentes do interior são produzidos em resina vegetal.