inconsciente coletivo?

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comentário do post da e21 – Alessandro Duque (16:45:21) : –  Realmente a ideia é bacana, só que já existe uma campanha exatamente assim, criada por mim e pelo Hilton Monteiro para ao HEMOES (Governo do Espírito Santo). Como podemos COMPROVAR e PROVAR pelo post do CCSP e de outros sites abaixo, datados de meses atrás. seguem os links –  ccsp – só para assinantes o que fez com que eu deixasse de frequentar, pois era uma referência para todos nossos alunos na Estácio, Univali e outras instituições de ensino que participo ou participei. e no link da folhade vitória

então, o Duque deu o toque. não posso ser juiz nessa parada, mas acho importante deixar o espaço aberto para a reflexão. deixo minha admiração pela idéia, duque e hilton – parabéns. Mas acredito que concordem que a produção da E21 dá um banho. A variável verba? pode ser, mas quando se trata de campanhas de cunho social, em geral a gente cria e produz quase por filantropia, pelo menos alguns, mas tb é polêmico falar disso. Portanto deixo aqui o registro. enjoy :)  

3 comentários em “inconsciente coletivo?

    Alessandro Duque disse:
    setembro 17, 2009 às 6:22 pm

    Não concordo com o “banho”. Apesar de todas as limitações de verba, que realmente existiram, vejo que essa ideia, da doação de sangue, está especificamente focada nas palavras… acho que todos os elementos desnecessários, que desviem o foco, devem ser retirados da peça, como as fotos, por exemplo… entretanto, não é essa a discussão aqui. Sem querer comparar, ou comentar a peça da e21 (acho isso desnecessário), peças resolvidas no “all type” não são inferiores as que usam imagens, pelo contrário, as ideias mais simples, sucintas, geralmente são as que funcionam melhor tanto nos júris como nas ruas. Os Anuários estão aí cheios de exemplos que reforçam o que digo.

    Abraços

    Fabio disse:
    outubro 21, 2009 às 2:22 pm

    A grande questão em relação ao plágio ou não da E21 penso, é o fato de alguns criativos da indústria da propaganda “só verem anuários” como referências criativas. Resultado, esse festival de dejavus. Eu particularmente acho absurdo com tanto blog no mundo e a web inteira pra pesquisar o cara não se prestar a navegar um pouco. O outro aspecto é que essa mesma indústria se transformou em certos mercados numa padaria criativa. Fato que força as pessoas literalmente a fazer “fornadas de idéias” pra matar a pauta. E vamos combinar. Pessoas não são máquinas. Principalmente os criativos. Acredito que com as queimadas de filme que os dejavus proporcionam para as agências que usam esse tipo de prática, haverá uma mudança de postura.

      Robson Vicentin respondido:
      outubro 28, 2009 às 1:32 pm

      Fabio, concordo com você, se tem algo que não deixo de comentar nas aulas é sobre pesquisa e que propaganda ou a primeira agência como conhecemos hoje tem mais de um século de existência. Com isso se faz necessário, sair do lugar comum, do quadrado e nunca parar na primeira idéia, pois sere inédito exige muito trabalho. Percebo que alguns critativos, e não é um comentário direto para a E21 que tenho profunda admiração, fazem uso de verbas raras e ainda gordas com idéias batidas e que com uma boa produção passam pela aprovação. Isto abre um outro precedente para pensarmos: A exemplo do que tenho experimentado nas aulas de tenho ministrado em Pós em Prop & MKT, algums profissionais aprovam campanhas às cegas, esquecem que são co-responsáveis pela comunicação que praticam, enjoy :c)

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